01 dezembro 2014

Dia mundial de luta contra Aids

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) é uma doença provocada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Esse vírus ataca o sistema imunológico do doente, mais precisamente os linfócitos T CD4+, e provoca uma alteração no mecanismo de defesa do corpo, ocasionando o surgimento mais frequente de doenças.
A Aids pode ser transmitida através de relação sexual, contato com sangue contaminado pela transfusão ou compartilhamento de seringas, por exemplo, e da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou aleitamento. Percebe-se, portanto, que um abraço, um beijo ou um carinho, por exemplo, não são responsáveis pela transmissão do vírus. Sendo assim, não há motivos para evitar o contato com os soropositivos. Além disso, é importante frisar que o HIV não escolhe suas vítimas pelo sexo, orientação sexual ou idade.
Ainda não existe cura para quem tem HIV, mas a esperança pode estar em quem não tem o vírus. Um único comprimido, que, tomado rigorosamente durante todos os dias, previne a transmissão do HIV em até 92% dos casos. A profilaxia pré-exposição, ou PREP, já é uma realidade nos Estados Unidos. Uma revolução na prevenção à Aids.
Diante da falta de informação sobre a doença e do preconceito amedrontador que a rodeava, surgiu o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data, comemorada no dia 1º de dezembro, foi estabelecida em 1987 pela Assembleia Mundial de Saúde, juntamente à Organização das Nações Unidas (ONU), como uma forma de conscientizar a população sobre a doença.

O remédio já fazia parte do coquetel para o tratamento dos portadores do vírus, mas os cientistas descobriram que ele também funcionava em quem não tinha o vírus, mas de uma forma diferente: criando uma barreira de proteção e impedindo o HIV de se instalar nas células da pessoa.
No Brasil, uma pesquisa da Universidade de São Paulo e da Fiocruz, no Rio de Janeiro, ainda está na fase inicial de testes para esse remédio. Só deve estar disponível para os brasileiros daqui a dois anos.

O remédio só consegue evitar a transmissão do HIV, e mesmo assim não é 100% seguro. Não existe choro, tem que usar a camisinha. Até porque existem outras doenças, sexualmente transmissíveis, tão graves quanto a Aids. É o caso da Hepatite B, por exemplo, que pode ser fatal. Para controlar a epidemia de Aids, a ciência faz a parte dela, mas você tem que fazer a sua. Camisinha sempre!
Curiosidade: O laço vermelho passou a ser usado como símbolo dessa luta a partir de 1991. Ele foi criado pela Visual Aids como uma forma de homenagear todas as pessoas que sofrem e morrem em decorrência da doença.

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